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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Brasil no Olhar dos Viajantes - Episódio 2
Estreia do
segundo episódio da sérieBrasil no olhar
dos viajantes
O
Brasil é formado por muitos brasis. Já foi Pindorama, português e
também espanhol, francês e holandês. Essa pluralidade característica da nossa
história é o tema do segundo episódio da série Brasil no Olhar dos
Viajantes, que estreia no dia 29 de junho na TV Senado. A
série inédita apresenta os relatos de estrangeiros que
estiveram no Brasil desde o descobrimento e mostra sua influência na construção
da nossa imagem perante o mundo e entre os próprios brasileiros.
Se no
primeiro episódio o espectador pôde conhecer o Brasil visto pelos viajantes do
século XVI como o paraíso nos trópicos, de natureza exuberante e
habitantes selvagens, no segundo episódio irá se deparar com um Brasil
colonizado, fonte inesgotável de ouro e riquezas naturais. O Brasil que conhecemos,
da “terra boa e gostosa”, das “fontes murmurantes” e do “formoso céu” também
já foi descrito como o país dos avarentos, corrompidos, ociosos,
ciumentos, indolentes e luxuriosos. Franceses e holandeses, em suas tentativas
de colonização do território brasileiro, bem como os ingleses e alguns
aventureiros que estiveram por aqui, registraram sua passagem e, entre
descrições técnicas, próprias dos relatos de viagem, deixaram também impressões
e queixas a respeito daqueles que habitavam e dominavam parte do Novo Mundo.
As narrativas produzidas por esses viajantes e as imagens que traziam sobre o
Brasil circulavam por toda a Europa, apresentando ao mundo letrado um lugar
desconhecido, distante e exótico. Boa parte desse acervo servirá como referência
para os nossos intelectuais que, séculos depois, teriam a missão de resgatar o
passado e construir uma nacionalidade brasileira.
As
curiosidades e os fatos desse importante período da história do Brasil são
apresentados no segundo episódio da série, que reúne documentos da época,
imagens raras e depoimentos de pesquisadores que se dedicaram a investigar a
relação entre a literatura de viagem e a consolidação da nossa identidade.
Chamada 1 – http://www.youtube.com/watch?
Chamada 2 - http://www.youtube.com/watch?
Chamada 3 - http://www.youtube.com/watch?
Brasil no Olhar
dos Viajantes, 2013
Estreia: dia 29 de junho,
às 21h30
Direção: João Carlos
Fontoura
Duração
(episódio): 60min
Reprises:
Junho: sábado,
29/06 – 21h30 / Domingo, 30/06 – 12h30 Julho: Sábado, 06/07 – 14h30 /Domingo, 07/07 – 20h30 / Sábado, 13/07 – 4h00 Domingo, 14/07 – 15h30
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Topografia e Arquitetura: Definição, história e conceituação.
Figura 1: Topógrafos latino-americanos (ITD Ingenieria Topografia y Diseño, 2013)
A. O que é Topografia
Topografia é a ciência que estuda uma
determinada superfície, com todos os seus acidentes geográficos naturais ou
não, definindo a situação e a localização de qualquer área e determinando
analiticamente as medidas (área/perímetro), com expressão exata de seu relevo
através de representações gráficas em cartas ou plantas topográficas.
É a ciência que se ocupa da descrição do
relevo de uma localidade (do grego, topos=lugar,
região e graphen= descrição), ou
ainda a arte de representar graficamente o relevo e as características desta
localidade; Topografia significa a descrição exata e detalhada de um lugar,
determinando as dimensões, elementos existentes, variações altimétricas,
acidentes geográficos, etc.
A análise topográfica reúne dados, obtidos
através de cálculos, métodos e instrumentos que permitem o conhecimento do
terreno, dando base para execução de projetos e obras realizadas por
engenheiros ou arquitetos e sendo fundamental para a etapa de projeto e a execução
da obra.
1. Finalidade da Topografia
A Topografia mapeia uma pequena porção da
superfície da terra e representa graficamente, através da planta de
levantamento topográfico, todas as características de uma área (relevo, curvas
de nível, elementos existentes no local, metragem, cálculo de área, pontos
cotados, norte magnético, coordenadas geográficas, acidentes geográficos, etc.).
A planta topográfica deve ser elaborada com
equipamentos apropriados e métodos de medição e representação gráfica
considerando-se os parâmetros, metodologia e legislação de acordo com as normas
técnicas.
2. Breve história da Topografia
A Topografia surgiu simultaneamente à
cartografia, de maneira instintiva, pela necessidade do homem de demarcar
caminhos, locais de caça e propriedades.
Antigas civilizações (egípcios, chineses,
gregos, árabes, romanos e babilônicos) utilizaram instrumentos rudimentares, que
serviram para delimitar propriedades, traçar rotas comerciais e erguer construções.
A groma egípcia, por exemplo, é um instrumento manual com uma base em forma de “X”,
suspensa por uma corrente e que tem pendentes em cada ponta do “X” uma corda com
um pequeno peso. Além de ser utilizado para alinhar direções em áreas planas até
objetos distantes e depois transferir as linhas para o solo marcando linhas
retas, podia ser usada para marcar ângulos necessários nas construções, como
por exemplo, nas pirâmides (cf.,
Agrimensura
en la Época Romana, TIMERIME, 2013)
.
Mas, os instrumentos topográficos se
desenvolveram muito principalmente no século XVII, , quando a construção de
limbos graduados foi substituída pela fabricação de teodolitos, instrumento
ótico usado para medir com precisão ângulos horizontais e ângulos verticais.
Outro fato importante para os estudos
topográficos ocorreu em 1873: Em 1828, C.F. Gauss havia apresentado um modelo
aperfeiçoado da figura da Terra, mas em 1873 o termo geoide foi criado por J.F.
Listing, que propôs a denominação de Geóide para a forma da terra
(circunferência da terra que é determinada pelo nível médio dos oceanos em
calmaria e se estende por sob os continentes formando um círculo) e Molodensky,
em 1945, demonstrou que a superfície física da terra podia ser determinada a
partir das medidas geodésicas (do geóide). Assim, os topógrafos passaram a
formar as redes geodésicas, sistemas de determinação das características
físicas da superfície terrestre baseadas na altitude, com relação ao geóide, e
longitude. Recentemente, a maior revolução na topografia foi à invenção do GPS
(Sistema de Posicionamento Global) que possibilitou determinar posições
estáticas ou em movimento com rapidez e precisão do que qualquer outro método
anterior.
3. A importância da Topografia
A Topografia
é um instrumento para a implantação e acompanhamento de obras. Isto é a base
inicial para engenheiros e arquitetos realizarem qualquer projeto ou obra por
representar em planta e em qualquer escala, todas as variações apresentadas em
uma superfície, a identificação de todos os limites de propriedades, a
expressão exata de seu relevo com todos os detalhes que estão ao seu interior (vegetação,
vales, córregos, cercas, cursos d’água, edificações e outros).
São várias as aplicações da topografia na
implantação de projetos de engenharia, sendo verificadas em diversas
modalidades, tais como: Edificações em geral - aeroportos, portos, cais,
conjuntos habitacionais- Obras de arte - túneis, pontes, pontilhões, viadutos; Barragens;
Sistema de drenagem – galerias, canais; Sistema de água e esgoto; Planejamento
urbano; Paisagismo; Usinas Hidrelétricas; Telecomunicações; Agricultura; Reflorestamento
dentre outros.
B. O que é a Arquitetura
Figura 2: Arquyteturas (CARVALHO, 2013)
“A Arquitetura é a arte ou técnica de projetar e
edificar o ambiente habitado pelo ser humano.”
A Arquitetura trata do design do ambiente construído pelo homem, o que
engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da
paisagem (paisagismo) e da cidade (urbanismo), passando pelo desenho dos
edifícios e construções. O trabalho do arquiteto envolve, portanto, toda a
escala da vida do homem, desde o manual até a urbana.
Falar em Arquitetura é falar sobre o espaço, o principal meio de
expressão e de trabalho do Arquiteto, porque a Arquitetura envolve os espaços
criados pela construção, os espaços interiores, os exteriores e os subjetivos.
C. A importância da Topografia para a Arquitetura
Analisando as etapas da construção civil, pode-se constatar que esta
atividade está envolvida no desenvolvimento principalmente urbano e social.
A primeira coisa que o construtor deverá fazer após adquirir uma
propriedade para nela construir um empreendimento imobiliário é solicitar um
serviço de levantamento plani-altimétrico cadastral do terreno (a topografia).
O levantamento topográfico confirma a metragem de uma determinada área e, com o
levantamento plani-altimétrico, o construtor terá como avaliar o preço, o
retorno de seu investimento financeiro e também constatar o que sobrará de área
para construir levando em conhecimento as Leis do regem o plano diretor Municipal.
Um exemplo é se o cliente vai comprar um imóvel urbano com o lote de 15m
x 35m que possui um córrego o qual passa pelos fundos da área. Com a posse de
um levantamento topográfico o cliente tem condições de saber que poderá construir
em um raio de 15m afastado do córrego, outro parâmetro de se levar em conta é o
plano diretor, o qual traz a informação que a área de construção deverá ter
mais um recuo na calçada e mais uma área verde de 5m na parte frontal do
terreno.
Chega-se à conclusão de que o terreno com 35m de comprimento vai passar
a ter somente 15m disponível para obras de construção ou até menos dependendo
das diretrizes que regem o plano diretor de seu município. Neste sentido o
cliente evita um investimento de grande valor por um que lhe auxilie na tomada
de decisão, que proporciona uma visão mais ampla em relação à compra, assim o
cliente pode informações que sejam relativamente de baixo custo.
A verificação da real geometria e altimetria do terreno também trazem
segurança ao engenheiro ou arquiteto que for realizar um estudo de massa.
Um levantamento topográfico bem apurado deverá considerar todos os
elementos existentes no local, tais como: Meio fio, arruamentos internos,
alinhamentos de muros e cercas, marcos demarcatórios, árvores, caixas de
drenagem, postes, ralos, edificações existentes, edificações confrontantes,
indicação do sentido do trânsito, existência de rios ou córregos próximos ao
terreno, pontos cotados, curvas de nível, taludes, rochas, etc. Portanto, julgamos
que o levantamento topográfico do terreno é imprescindível antes de investir
cegamente num negócio imobiliário. Na fase de execução da obra, a topografia
serve de instrumento técnico para evitar erros na demarcação dos limites do
terreno, locação de nivelamento dos furos de sondagem, demarcação do esquadro
da obra, locação de estacas, locação de pilares, nivelamento do terreno,
acompanhamento das prumadas dos pilares, nivelamento dos pisos e lajes,
marcações das áreas de lazer e jardim, etc.
D. Referências
1. CARVALHO,
Gaio. Arquyteturas. Disp. em: https://www.facebook.com/gaio.carvalho. Acesso:
22 de abril de 2013.
2. IBGE.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O que é o Geóide? Disp.
em: http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/geodesia/oquee_geoide.shtm. Acesso
em: 22 de abril de 2013
3. TIMERIME.
Agrimensura en la Época Romana. Disp: http://timerime.com/en/event/1457050/Agrimensura+en+la+poca+Romana/.
Acesso: Abril 2013.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
O ensino de topografia nas universidades - Arquiteto Prof. Arnaldo da Silva Almeida Sobrinho
O ensino de topografia nas universidades
Arquiteto Prof. Arnaldo da Silva Almeida Sobrinho
O ensino de topografia, vem se deteriorando anualmente, devido às dificuldades financeiras das universidades em poder adquirir os diversos instrumentos necessários ao ensino da citada cadeira, principalmente pela evolução tecnológica ocorrente nos últimos anos.
Foram grandes mudanças nas décadas de 80 e 90, com a presença de computadores, novos teodolitos e níveis, que tornaram os trabalhos de campo e escritório, muito mais precisos e rápidos. Antigamente, usando-se um teodolito, poderíamos com auxílio de uma mira, avaliar uma distância com precisão de 60,0 m, hoje com equipamentos modernos, se consegue precisão em distâncias muito maiores. Com computador, calcula-se uma área irregular em questão de minutos.
Entretanto, os futuros arquitetos e engenheiros, necessitam e muito de plantas topográficas para executarem seus projetos e obras. Para tal, sugerimos modificações nos programas dos cursos de topografia, deixando os conhecimentos dos trabalhos de campo e os cálculos, indispensáveis a elaboração das plantas topográficas para cursos livres do currículo escolar.
Assim sendo, sugerimos um programa dos conhecimentos topográficos necessários a projetos arquitetônicos e urbanísticos, a saber.
- Objeto da topografia. Distinção entre topografia e geodesia. Plano topográfico. Levantamentos.
- Orientação das plantas Paralelos e Meridianos. Latitude e Longitude. Norte Verdadeiro. Norte Magnético. Alinhamento. Azimute e Rumo.
Planimetria. Estações, Ré e Vante. Poligonais.
- Medida direta das distâncias. Uso da trena. Estaqueamento. Medida direta de um alinhamento em terreno inclinado. Erros.
- Medida de ângulos. Teodolitos. Miras.
- Áreas. Processo Mecânico. Áreas por coordenadas.
6. Altimetria. Relevo do solo. Pontos Cotados. Curvas de nível.
7. Nivelamento. Nivelamento geométrico. Níveis Perfis.
8. Convenções Topográficas.
9. Plantas Topográficas. Uso de plantas. Escalas.
10. Locação. Locação de curvas. Declividade. Raios das curvas para projetos de arruamento.
11. Movimento de Terra. Cálculo de volume.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Olhar Vassouras - Oficina
Agradeço a todos (as), colegas, alunos (as), parceiros, novos amigos/parceiros/colegas e anônimos(as) que estiveram conosco na Olhar Vassouras! Agradeço a presença, o interesse e a dedicação ao estudo. Foi maravilhoso! Muito Obrigado. Forte abraço, Raphael.
sexta-feira, 22 de março de 2013
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Site sobre Filosofia (indispensável)
Se vc, como eu, se interessa por Filosofia, vale a pena conferir o site
http://www.sophia.bem-vindo. net/tiki-index.php
http://www.sophia.bem-vindo.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Topografia & Insolação dos Edifícios: Prática com o heliodon
Registro da Aula Prática de Topografia Básica no Laboratório de Conforto Ambiental, na FAU-UFRJ (Maio 2011).
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Comissão de Frente (1)
O Carnaval chegou e com ele a Comissão de Frente saúda o público e pede passagem
e http://www.brasilescola.com/carnaval/comissao.htm
Já havia o quesito Comissão de Frente nos ranchos cariocas, conjunto de dança, canto, desfile e coreográfico e raiz imediata da Escola de Samba, no início do século XX (DUTRA, 1985:7).
DUTRA, Anésio Pereira. Ranchos: estilo e época. Contribuição ao estudo dos ranchos no carnaval carioca. Pesquisa coordenada por Neusa Fernandes. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Ciência e Cultura, INEPAC/Coordenação Editorial, 1985
e http://www.brasilescola.com/carnaval/comissao.htm
Já havia o quesito Comissão de Frente nos ranchos cariocas, conjunto de dança, canto, desfile e coreográfico e raiz imediata da Escola de Samba, no início do século XX (DUTRA, 1985:7).
DUTRA, Anésio Pereira. Ranchos: estilo e época. Contribuição ao estudo dos ranchos no carnaval carioca. Pesquisa coordenada por Neusa Fernandes. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Ciência e Cultura, INEPAC/Coordenação Editorial, 1985
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Ensino de topografia nas universidades (artigo).
O ensino de topografia nas universidades
Arquiteto Prof. Arnaldo da Silva Almeida Sobrinho
O ensino de topografia, vem se deteriorando anualmente, devido às dificuldades financeiras das universidades em poder adquirir os diversos instrumentos necessários ao ensino da citada cadeira, principalmente pela evolução tecnológica ocorrente nos últimos anos.
Foram grandes mudanças nas décadas de 80 e 90, com a presença de computadores, novos teodolitos e níveis, que tornaram os trabalhos de campo e escritório, muito mais precisos e rápidos. Antigamente, usando-se um teodolito, poderíamos com auxílio de uma mira, avaliar uma distância com precisão de 60,0 m, hoje com equipamentos modernos, se consegue precisão em distâncias muito maiores. Com computador, calcula-se uma área irregular em questão de minutos.
Entretanto, os futuros arquitetos e engenheiros, necessitam e muito de plantas topográficas para executarem seus projetos e obras. Para tal, sugerimos modificações nos programas dos cursos de topografia, deixando os conhecimentos dos trabalhos de campo e os cálculos, indispensáveis a elaboração das plantas topográficas para cursos livres do currículo escolar.
Assim sendo, sugerimos um programa dos conhecimentos topográficos necessários a projetos arquitetônicos e urbanísticos, a saber.
- Objeto da topografia. Distinção entre topografia e geodesia. Plano topográfico. Levantamentos.
- Orientação das plantas Paralelos e Meridianos. Latitude e Longitude. Norte Verdadeiro. Norte Magnético. Alinhamento. Azimute e Rumo.
Planimetria. Estações, Ré e Vante. Poligonais.
- Medida direta das distâncias. Uso da trena. Estaqueamento. Medida direta de um alinhamento em terreno inclinado. Erros.
- Medida de ângulos. Teodolitos. Miras.
- Áreas. Processo Mecânico. Áreas por coordenadas.
6. Altimetria. Relevo do solo. Pontos Cotados. Curvas de nível.
7. Nivelamento. Nivelamento geométrico. Níveis Perfis.
8. Convenções Topográficas.
9. Plantas Topográficas. Uso de plantas. Escalas.
10. Locação. Locação de curvas. Declividade. Raios das curvas para projetos de arruamento.
11. Movimento de Terra. Cálculo de volume.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
THUrbanismo: Cidades coloniais americanas (texto complementar)
Texto para a aula de sábado, urbanismo nas cidades coloniais americanas
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.050/566
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.050/566
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Palestra e Oficina no Museu Carmem Miranda - convida.
Convite
- 19/05 -14h / Palestra: Retrospectiva da obra do arquiteto Eduardo Afonso Reidy -Panorama da arquitetura mundial e nacional na década de 50 do século XX e o paisagismo de Burle Max.Com o Prof. Francisco Veríssimo, Arquiteto e Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/FAU/UFRJ.
- 19/ 05 - 15h / Oficina: Poéticas Espaciais: Interferências Contemporâneas, orientados pela artista plástica Karla Gravina
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Commissions of Front in Rio's Carnival: The Future.

Commissions of Front should be communicative, because they open the show and prepare the audience at the Sambadrome Marques de Sapucai in Rio’s Carnival for the show which starts from its passage.
Sometimes attached to complex choreography, the Commission communicates joy and entertainment and this assistance in the Sambadrome, which breaks the interaction with the audience, with the development of the school and even with the plot to be developed.
Another aspect worth mentioning is that the Commission of Front communicates its joy and enthusiasm through its choreography. But sometimes, this is a rather restrained choreography for the content of Plot-theme and, therefore, is no communication with the public. I think it is appropriate that the idealization of the choreography can be made some moves to invite those present on the Catwalk of Samba to the revelry and celebration / joy that will be presented during the parade of the party.
The future belongs to those Commissions of Front that are shared with the public, who are part of it that are loved and cherished by the public in the Sambadrome. These feelings and attitudes should be encouraged from now, because communication is not only see: it is mainly interact!
Rio, Wonderful Town, Carnival, 2010.
O Futuro da Comissão de Frente no Carnaval do Rio de Janeiro

O futuro da Comissão de Frente no Carnaval do Rio de Janeiro
Raphael David
A palavra Carnaval originou-se de carne
+ vale (do latim: caro, carnis = carne; vale = adeus), ou ainda da expressão
carne levare ou carnilevamen, expressões que significam suspensão da carne,
abstenção de carne.
O Carnaval antecedia o fim dos prazeres
carnais estabelecido pelo período da Quaresma
período de jejum e abstinência de carne (só era permitido comer peixe)
e sempre foi celebrado com liberdade de costumes, em que se podia comer e beber
sem limite.
O primeiro de carnaval oficial no
Brasil foi realizado em 1884, em Salvador, Bahia. No início o carnaval de rua
era uma imitação do Carnaval de Veneza, o mais importante e famoso de
toda a Europa, com o luxo que a época permitia (Revista Agerip,
fevereiro/2010).
As Comissões de Frente devem ser
comunicativas, porque abrem o desfile e preparam a platéia no Sambódromo para o
espetáculo que se inicia a partir da sua passagem.
Às vezes, presas a coreografias complexas, a Comissão não comunica
alegria e animação à assistência presente na Passarela do Samba, o que quebra a
interatividade com o público, com o desenvolvimento da Escola e mesmo com o
Enredo que será desenvolvido.
Outro aspecto que merece ser ressaltado é que a Comissão de Frente
comunica a sua alegria e entusiasmo através da sua coreografia. Mas, por vezes,
esta coreografia está muito contida pelo conteúdo do Enredo e, por este motivo,
fica sem comunicação com o público.
Creio que seria conveniente que na idealização das coreografias possam
ser previstos alguns movimentos que convidem as pessoas presentes na Sapucaí à folia
e à festa/alegria que serão apresentados ao longo do desfile da Agremiação.
O futuro pertence àquelas Comissões que se compartilham com o público,
que são parte dele, que são amadas e queridas pela Sapucaí. Estes sentimentos e
atitudes deveriam ser incentivados a partir de agora, porque comunicação não é
só ver: é, principalmente, interagir!
Rio, Carnaval, 2015.
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