Pesquisar este blog
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Comissão de Frente (1)
O Carnaval chegou e com ele a Comissão de Frente saúda o público e pede passagem
e http://www.brasilescola.com/carnaval/comissao.htm
Já havia o quesito Comissão de Frente nos ranchos cariocas, conjunto de dança, canto, desfile e coreográfico e raiz imediata da Escola de Samba, no início do século XX (DUTRA, 1985:7).
DUTRA, Anésio Pereira. Ranchos: estilo e época. Contribuição ao estudo dos ranchos no carnaval carioca. Pesquisa coordenada por Neusa Fernandes. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Ciência e Cultura, INEPAC/Coordenação Editorial, 1985
e http://www.brasilescola.com/carnaval/comissao.htm
Já havia o quesito Comissão de Frente nos ranchos cariocas, conjunto de dança, canto, desfile e coreográfico e raiz imediata da Escola de Samba, no início do século XX (DUTRA, 1985:7).
DUTRA, Anésio Pereira. Ranchos: estilo e época. Contribuição ao estudo dos ranchos no carnaval carioca. Pesquisa coordenada por Neusa Fernandes. Rio de Janeiro: Secretaria de Estado de Ciência e Cultura, INEPAC/Coordenação Editorial, 1985
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Ensino de topografia nas universidades (artigo).
O ensino de topografia nas universidades
Arquiteto Prof. Arnaldo da Silva Almeida Sobrinho
O ensino de topografia, vem se deteriorando anualmente, devido às dificuldades financeiras das universidades em poder adquirir os diversos instrumentos necessários ao ensino da citada cadeira, principalmente pela evolução tecnológica ocorrente nos últimos anos.
Foram grandes mudanças nas décadas de 80 e 90, com a presença de computadores, novos teodolitos e níveis, que tornaram os trabalhos de campo e escritório, muito mais precisos e rápidos. Antigamente, usando-se um teodolito, poderíamos com auxílio de uma mira, avaliar uma distância com precisão de 60,0 m, hoje com equipamentos modernos, se consegue precisão em distâncias muito maiores. Com computador, calcula-se uma área irregular em questão de minutos.
Entretanto, os futuros arquitetos e engenheiros, necessitam e muito de plantas topográficas para executarem seus projetos e obras. Para tal, sugerimos modificações nos programas dos cursos de topografia, deixando os conhecimentos dos trabalhos de campo e os cálculos, indispensáveis a elaboração das plantas topográficas para cursos livres do currículo escolar.
Assim sendo, sugerimos um programa dos conhecimentos topográficos necessários a projetos arquitetônicos e urbanísticos, a saber.
- Objeto da topografia. Distinção entre topografia e geodesia. Plano topográfico. Levantamentos.
- Orientação das plantas Paralelos e Meridianos. Latitude e Longitude. Norte Verdadeiro. Norte Magnético. Alinhamento. Azimute e Rumo.
Planimetria. Estações, Ré e Vante. Poligonais.
- Medida direta das distâncias. Uso da trena. Estaqueamento. Medida direta de um alinhamento em terreno inclinado. Erros.
- Medida de ângulos. Teodolitos. Miras.
- Áreas. Processo Mecânico. Áreas por coordenadas.
6. Altimetria. Relevo do solo. Pontos Cotados. Curvas de nível.
7. Nivelamento. Nivelamento geométrico. Níveis Perfis.
8. Convenções Topográficas.
9. Plantas Topográficas. Uso de plantas. Escalas.
10. Locação. Locação de curvas. Declividade. Raios das curvas para projetos de arruamento.
11. Movimento de Terra. Cálculo de volume.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
THUrbanismo: Cidades coloniais americanas (texto complementar)
Texto para a aula de sábado, urbanismo nas cidades coloniais americanas
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.050/566
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.050/566
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Palestra e Oficina no Museu Carmem Miranda - convida.
Convite
- 19/05 -14h / Palestra: Retrospectiva da obra do arquiteto Eduardo Afonso Reidy -Panorama da arquitetura mundial e nacional na década de 50 do século XX e o paisagismo de Burle Max.Com o Prof. Francisco Veríssimo, Arquiteto e Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/FAU/UFRJ.
- 19/ 05 - 15h / Oficina: Poéticas Espaciais: Interferências Contemporâneas, orientados pela artista plástica Karla Gravina
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Commissions of Front in Rio's Carnival: The Future.

Commissions of Front should be communicative, because they open the show and prepare the audience at the Sambadrome Marques de Sapucai in Rio’s Carnival for the show which starts from its passage.
Sometimes attached to complex choreography, the Commission communicates joy and entertainment and this assistance in the Sambadrome, which breaks the interaction with the audience, with the development of the school and even with the plot to be developed.
Another aspect worth mentioning is that the Commission of Front communicates its joy and enthusiasm through its choreography. But sometimes, this is a rather restrained choreography for the content of Plot-theme and, therefore, is no communication with the public. I think it is appropriate that the idealization of the choreography can be made some moves to invite those present on the Catwalk of Samba to the revelry and celebration / joy that will be presented during the parade of the party.
The future belongs to those Commissions of Front that are shared with the public, who are part of it that are loved and cherished by the public in the Sambadrome. These feelings and attitudes should be encouraged from now, because communication is not only see: it is mainly interact!
Rio, Wonderful Town, Carnival, 2010.
O Futuro da Comissão de Frente no Carnaval do Rio de Janeiro

O futuro da Comissão de Frente no Carnaval do Rio de Janeiro
Raphael David
A palavra Carnaval originou-se de carne
+ vale (do latim: caro, carnis = carne; vale = adeus), ou ainda da expressão
carne levare ou carnilevamen, expressões que significam suspensão da carne,
abstenção de carne.
O Carnaval antecedia o fim dos prazeres
carnais estabelecido pelo período da Quaresma
período de jejum e abstinência de carne (só era permitido comer peixe)
e sempre foi celebrado com liberdade de costumes, em que se podia comer e beber
sem limite.
O primeiro de carnaval oficial no
Brasil foi realizado em 1884, em Salvador, Bahia. No início o carnaval de rua
era uma imitação do Carnaval de Veneza, o mais importante e famoso de
toda a Europa, com o luxo que a época permitia (Revista Agerip,
fevereiro/2010).
As Comissões de Frente devem ser
comunicativas, porque abrem o desfile e preparam a platéia no Sambódromo para o
espetáculo que se inicia a partir da sua passagem.
Às vezes, presas a coreografias complexas, a Comissão não comunica
alegria e animação à assistência presente na Passarela do Samba, o que quebra a
interatividade com o público, com o desenvolvimento da Escola e mesmo com o
Enredo que será desenvolvido.
Outro aspecto que merece ser ressaltado é que a Comissão de Frente
comunica a sua alegria e entusiasmo através da sua coreografia. Mas, por vezes,
esta coreografia está muito contida pelo conteúdo do Enredo e, por este motivo,
fica sem comunicação com o público.
Creio que seria conveniente que na idealização das coreografias possam
ser previstos alguns movimentos que convidem as pessoas presentes na Sapucaí à folia
e à festa/alegria que serão apresentados ao longo do desfile da Agremiação.
O futuro pertence àquelas Comissões que se compartilham com o público,
que são parte dele, que são amadas e queridas pela Sapucaí. Estes sentimentos e
atitudes deveriam ser incentivados a partir de agora, porque comunicação não é
só ver: é, principalmente, interagir!
Rio, Carnaval, 2015.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
The beginng!
Image via Wikipedia
Assinar:
Postagens (Atom)




.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
